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Abertura da Expos: Renata Egreja & Bruno Kurru

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Abertura da Expos: Renata Egreja & Bruno Kurru

Renata Egreja, A Regra do Jogo

Renata Egreja | A Regra do Jogo


A exposição A Regra do Jogo, de Renata Egreja, reúne nove de telas em grandes dimensões, produzidas entre 2011 e 2012, além de uma recém-criada série de aquarelas. Em suas obras, a artista revela sentimentos e humores de seu cotidiano, comuns aos acontecimentos do dia-a-dia e que vão desde a fúria à gentileza.


Segundo Renata Egreja, “a pintura é uma relação de elementos que não segue uma regra específica. É como um jogo, mas sem regras definidas”. Fernanda Lopes menciona, em texto crítico sobre a produção da artista, que suas “pinturas de grandes dimensões e aquarelas apresentam como lógica pictórica um raciocínio voltado para a construção caótica. Grandes campos de cor são invadidos por linhas, tramas, escorridos, formas geométricas, formas de contornos mais arredondados e dividem espaço com referências da história da arte brasileira, principalmente uma história da pintura brasileira (…), além de referências do Oriente e de elementos da botânica. Cores, formas, padrões e movimentos são combinados e recombinados, sobrepostos, ora velando e ora revelando umas as outras (..). Nesse jogo, cada uma dessas ‘peças’ é colocada no ‘tabuleiro’ de maneira pensada, visando o equilíbrio.”


Bruno Kurru | O Ser, Como Meta


Em sua primeira mostra individual na Zipper Galeria, Bruno Kurru apresenta novas pinturas e objetos de parede em resina acrílica criados em 2012. Seu trabalho introspectivo e meditativo não nasce de certezas, mas de questionamentos.


“A pintura de Bruno Kurru fica dentro de outra pintura. Cada tela é feita de várias telas. As coisas se abrem para interiores menores que paradoxalmente remetem novamente ao todo. A parte, ao invés de detalhar, expande. Ficamos presos então nesse labirinto espiralado dentro do qual olhar de perto me joga de volta para a amplidão. O todo está dentro da parte, numa inversão da racionalidade, jogando-nos no incompreensível”, comenta a crítica Paula Braga.


Inserindo desta vez telas de transparência (signos difundidos pelo software Photoshop e traduzidas sobre a tela em quadriculados cinzas e brancos) e mensagens de erro de programação, Kurru apresenta novas investigações existenciais representadas pelos “signos da nossa conexão com o mundo virtual. Assim, o artista inclui nas suas telas a mais recente onda metafísica da humanidade, nossa vida em rede, em conexão com o mundo virtual”.


Quando?


Aberturas: Sábado 26 de Maio, das 14h às 18h
De 26 de Maio a 23 de Junho, 2012.
Segunda a sexta-feira das 10h às 19h
Sábado das 11h às 17h


 

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