Flávia Junqueira São Paulo, Brasil, 1985
Bethesda Terrace Arcade, Calvert Vaux, 1863, Central Park, New York, 2026
Pigmento mineral sobre papel de algodão
160 x 116 cm
Esta vista se aprofunda sob o próprio arcade, a passagem coberta que o arquiteto Calvert Vaux ergueu para levar o visitante até a fonte por baixo da via das carruagens,...
Esta vista se aprofunda sob o próprio arcade, a passagem coberta que o arquiteto Calvert Vaux ergueu para levar o visitante até a fonte por baixo da via das carruagens, sem que precisasse cruzá-la.
Toda a ornamentação coube ao arquiteto e desenhista Jacob Wrey Mould, autor tanto dos azulejos do forro quanto das figuras esculpidas na pedra, em que as estações do ano surgem povoadas de frutos e aves, de maneira que quem atravessa o corredor caminha sob uma espécie de calendário lavrado em arenito.
A sucessão de arcos e a penumbra dourada dão ao subsolo do terraço uma suntuosidade inesperada, mais próxima de uma nave do que de uma passagem urbana, e não é raro que músicos de rua se apropriem do ponto pela acústica generosa.
Toda a ornamentação coube ao arquiteto e desenhista Jacob Wrey Mould, autor tanto dos azulejos do forro quanto das figuras esculpidas na pedra, em que as estações do ano surgem povoadas de frutos e aves, de maneira que quem atravessa o corredor caminha sob uma espécie de calendário lavrado em arenito.
A sucessão de arcos e a penumbra dourada dão ao subsolo do terraço uma suntuosidade inesperada, mais próxima de uma nave do que de uma passagem urbana, e não é raro que músicos de rua se apropriem do ponto pela acústica generosa.
